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  • Foto do escritorRedação

UEPG recebe pesquisador chileno para debater biodiversidade

O professor Cristian Araya-Jaime, da Universidad de La Serena apresentou trabalhos para o Programa de Pós-graduação em Biologia Evolutiva (PPG-BioEvo).

Segundo Cristian, seu trabalho tem um caráter pedagógico, que visa aumentar o conhecimento sobre animais que da sua região. Foto: Gabriel Miguel.


A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) recebeu, na última semana (07 e 08), o professor Cristian Araya-Jaime, da Universidad de La Serena, para debater a proposta de cooperação institucional e projeto de pesquisa sobre biodiversidade. Além da conversa no gabinete da Reitoria, o professor também apresentou trabalhos para o Programa de Pós-graduação em Biologia Evolutiva (PPG-BioEvo).


Na terça-feira (07), alunos e professores do PPG-BioEvo conheceram trabalho de Cristian sobre mapeamento genético em animais aquáticos invertebrados, do Oceano Pacífico e Deserto do Atacama. A Universidad de la Serena fica próxima ao local de estudos, onde o professor cataloga peixes, aves e invertebrados locais. “A geografia transformou meu país em uma ilha, com espécies que não existem em outros lugares da América do Sul”, explica.


Segundo ele, seu trabalho tem um caráter pedagógico, que visa aumentar o conhecimento sobre animais que da sua região. “Quando a comunidade se envolve na amostragem, dá maior valor aos animais e passam a tratá-lo como patrimônio biológico local”, afirma.


Cristian destaca a importância da parceria no intercâmbio de conhecimentos entre instituições. “A sinergia entre as Universidades permite estudar, catalogar e relacionar espécies em biomas tão diferentes, como os encontrados no Brasil e no Chile”. O professor do PPG-BioEvo, Roberto Artoni, ressalta a importância da parceria entre Universidades localizadas em regiões com geografia e biodiversidade distintas. “Apesar das diferenças, os mecanismos que revelam a história da origem e evolução das espécies são os mesmos, o que permite um mapeamento genético amplo quando trabalhamos em conjunto”.


Artoni salienta que a parceria é compatível com a missão do PPG-BioEvo de formar mestres e doutores inseridos na realidade local, comprometidos com o desenvolvimento sustentável. “Essa metodologia aplicada à realidade local do Paraná permitiria identificar espécies em todo o Estado, do mangue no litoral às Cataratas do Iguaçu”, reforça.


Da Assessoria

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