Rede de Enfrentamento à Violência realiza abraço simbólico ao CRMB durante ações do Mês da Mulher
- culturacaopg

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Como parte das atividades do Mês da Mulher, integrantes da Rede de Enfrentamento à Violência promoveram, na última sexta-feira (06), uma mobilização simbólica no Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB). Durante a ação, representantes das instituições que compõem a rede formaram um círculo ao redor do espaço, em um gesto coletivo que simbolizou proteção, união e reconhecimento ao trabalho desenvolvido no combate à violência contra as mulheres.
A programação teve início com a apresentação da peça teatral “O que eu deveria ser se não fosse quem eu sou”, interpretada pela artista Michella. A encenação abriu espaço para reflexões sobre violência doméstica e intrafamiliar, estimulando o debate sobre a importância das políticas públicas de acolhimento e proteção às vítimas.
Após a apresentação, os participantes realizaram a chamada Ação do Abraço, momento que marcou o encerramento da atividade com um gesto simbólico de cuidado, apoio e esperança.
A secretária municipal de Família e Desenvolvimento Social, Camila Calisto Sanches, ressaltou a relevância do encontro e do trabalho articulado entre as instituições que integram a rede de apoio. “Esta ação representa o compromisso real e coletivo de toda uma rede que trabalha incansavelmente para garantir que nenhuma mulher enfrente a violência sozinha. O CRMB é um espaço de vida e de recomeços. Seguiremos fortalecendo essa rede, porque proteger as mulheres é proteger toda a sociedade.”
Sobre o CRMB
O Centro de Referência da Mulher Brasileira atua no atendimento a mulheres em situação de violência doméstica e intrafamiliar, oferecendo suporte humanizado e integrado. No local, as usuárias têm acesso a escuta qualificada, acompanhamento psicológico individual, orientação jurídica, encaminhamento para serviços da rede de apoio, além de iniciativas voltadas à reinserção no mercado de trabalho e ao fortalecimento da autonomia e da autoestima.
Desde sua inauguração, o CRMB contabiliza 1.240 atendimentos realizados. Desse total, 271 ocorreram em 2025 e outros 39 foram registrados em 2026 até o momento. Entre as formas de violência mais relatadas estão a física, psicológica e moral.
Atualmente, a Patrulha Maria da Penha da Guarda Civil Municipal acompanha 774 mulheres que possuem medidas protetivas ativas.
Com informações: PMPG




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