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  • Foto do escritorRedação

X Congresso amplia e renova o espaço da Educação Especial

Evento ganhou Seminário e um Pavilhão para mostra da Educação Especial Inclusiva

Educação Especial Inclusiva em Ponta Grossa. Foto: Reprodução

A Educação Especial Inclusiva está ampliando seu espaço na Rede Municipal de Ensino e o X Congresso de Educação está oferecendo maior visibilidade para o ensino das crianças, adolescentes e adultos com deficiência realizado em Ponta Grossa. Isto está ocorrendo por meio da formação continuada dos profissionais da área e pela aproximação do atendimento feito pelas escolas e demais instituições no evento, que ocorre no Parque Ambiental até este dia 15.

No Pavilhão da Educação Especial Inclusiva, neste ano, o X Congresso abriu espaço para diversas entidades educacionais que atendem as pessoas com deficiência e com altas habilidades. Além da Aproaut, Apadevi, Apae, APPDF e do Departamento de Paradesporto da Fundação Municipal de Esportes, podem ser conhecidos o trabalho das 74 Salas de Recursos Multifuncionais (SRM) do município e do CIAC Superação, que reúne serviços de Saúde, Assistência Social e Educação voltados para o público-alvo da Educação Especial.


Jeolcinéia Reinecke Mulinari Cardoso, coordenadora da Educação Especial Inclusiva da SME, conta que o Pavilhão foi criado para mostrar o trabalho da rede municipal e das entidades que atuam como escola. “Queremos mostrar para a comunidade que a educação especial inclusiva oferece um atendimento muito além do diagnóstico. Está sendo muito bem-visto pelas famílias e professores e ajudando a tirar a cortina do preconceito. É um atendimento com equidade, buscando olhar as crianças ou adultos da Educação de Jovens e Adultos em suas infinitas possibilidades de crescimento e desenvolvimento”, afirma ela.


Seminário da Educação Especial Inclusiva

O Congresso recebeu, entre seus eventos, o Seminário de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva, com a realização de 14 palestras, oficinas e debates a respeito do trabalho realizado por este segmento.

Alício Schiestel, um dos convidados do Seminário, desenvolveu sobre os temas do neurodesenvolvimento na aprendizagem, transtornos e síndromes, e sobre como trabalhar para que ocorra a aprendizagem e o desenvolvimento. Ele elogiou a proposta do X Congresso, especialmente pelo destaque dado ao Seminário para discutir as questões da educação especial inclusiva.

“Não dá mais para deixar de abordar, pedagogicamente, que toda aprendizagem perpassa pelas questões neurológicas, cerebrais, e a gente precisa entender como isso funciona, como acontece, se processa e como se dá essa aprendizagem e esse desenvolvimento humano, principalmente com o público-alvo da educação especial. Tudo para ser mais assertivo, para ser mais efetivo e para ter mais sucesso em uma proposta pedagógica”, considera o especialista.'

Maísa Cristina Sereijo, professora na Escola Municipal Frei Elias Zulian, acompanhou palestras do Seminário. “Achei extremamente interessante, a gente se vê em todas as situações ali retratadas pelos palestrantes. São relatados fatos onde a gente vê a nossa própria prática, então acrescenta muito para o nosso trabalho em sala de aula, buscando sempre o desenvolvimento da criança”, relata a professora, que vai usar os novos conhecimentos em seu trabalho de leitura com os estudantes, alguns deles parte do público-alvo da educação especial.

“Hoje vemos a criança autista e com outros transtornos tendo mais oportunidades. Em nossa escola, todos os alunos participaram do projeto dos 200 anos da cidade, que teve como tema o Operário Ferroviário. Em um olhar mais antigo, poderia se pensar que elas seriam incapazes, mas todos participaram”, comenta a professora.

Fotos: Divulgação


Da Assessoria

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