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ERI-UEPG inaugura Casa Internacional

A Casa Internacional da UEPG foi instalada nas antigas dependências da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Institucional, Científico e Tecnológico (Fauepg)

A Casa Internacional será gerida pelo Escritório de Relações Internacionais (ERI-UEPG). Foto: Fábio Ansolin


A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) inaugurou na manhã desta terça-feira (28) a Casa Internacional. O imóvel, todo equipado para a hospedagem de até cinco pessoas, é um espaço para acolhida e hospedagem de professores estrangeiros. A Casa Internacional da UEPG foi instalada nas antigas dependências da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Institucional, Científico e Tecnológico (Fauepg), que recebeu reforma e mobiliário para atender à nova demanda.


Com o objetivo de fortalecer as políticas de internacionalização da Universidade, a Casa Internacional será gerida pelo Escritório de Relações Internacionais (ERI-UEPG). A diretora do ERI, professora Sulany Silveira dos Santos, explica que a Casa Internacional fortalece a internacionalização por oferecer uma infraestrutura que possibilita a recepção de professores e pesquisadores estrangeiros em um ambiente saudável, seguro e de padrão internacional: “Eu vejo a internacionalização como um contexto muito amplo e complexo. Por um lado, a internacionalização depende das parcerias dos docentes com colegas de outros países. Por outro lado, vejo que a instituição deve apoiar ações de internacionalização por meio de políticas institucionais e oferecimento de infraestrutura para que essas ações possam ocorrer”.


A Casa Internacional tem o intuito de oferecer espaço e hospedagem para a docentes e pesquisadores internacionais, “que vem à UEPG para atuar como professores visitantes dos programas de pós-graduação, como palestrantes em congressos internacionais, e em outras atividades de pesquisa, de ensino e de extensão”, explica a professora Sulany. Para isso, o imóvel conta com estacionamento, sala de estar, sala de convivência, equipada com estações de trabalho, banheiro, cozinha, lavanderia, dois quartos e uma suíte. Além disso, a Casa é monitorada 24 horas por câmeras de segurança.


A iniciativa para criação da Casa Internacional partiu do ERI, como comenta a professora Sulany. “Quando iniciamos nosso trabalho no Escritório, identificamos diferentes esferas onde deveríamos atuar e, dentre as muitas coisas que havia para fazer, uma delas foi oferecer infraestrutura para que a internacionalização pudesse se tornar presente na comunidade acadêmica”. O ERI, como responsável pela casa, disponibilizará em seu site uma planilha onde os interessados poderão consultar os dias e quartos disponíveis. Em breve, também será divulgada à comunidade acadêmica a normativa que rege o funcionamento e as normas da Casa.


O diretor da Fauepg, professor Sinvaldo Baglie, falou sobre como foi ceder o espaço para o novo propósito. “É com imenso prazer que a gente recebe essa Casa Internacional na nossa casa”, definiu Sinvaldo. “Acho que é um grande salto para a UEPG, por isso, a Fundação aqui cumpre seu grande papel que é dar suporte institucional. É o objetivo número um do nosso estatuto. Então isso faz com que a gente possa estar acolhendo neste espaço pessoas que possam vir de diversos países”, avalia.


O reitor da UEPG, professor Miguel Sanches Neto, afirma que a inauguração da Casa é um primeiro passo de fortalecimento da internacionalização, mas reconhece que isso significa mais trabalho à frente. “Temos ainda alguns desafios da internacionalização que a gente espera superar na sequência para que a UEPG seja o destino de pesquisadoras e pesquisadores, de alunos e alunas na graduação, na pós-graduação e também na extensão, para que a gente possa intensificar a vocação internacional da cidade de Ponta Grossa”.


Também esteve presente na inauguração da Casa Internacional o professor Renê Wagner Ramos, representando a Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti). O professor desejou muito sucesso à nova iniciativa da UEPG e enfatizou a importância do investimento na internacionalização do Ensino Superior: “Nós temos uma quantidade de povos e etnias tão diferenciadas que vivem e convivem aqui no Paraná que realmente isso se faz presente. Universidade é isso, tem que ser aberta, não pode ser fechada, ela tem que respirar ares”, completa.


A diretora do ERI ainda destaca que a inauguração da Casa é uma conquista coletiva, concretizada a partir da colaboração de diferentes setores da UEPG. “Me sinto muito afortunada por ter-me sido dada a oportunidade de coordenar esta ação na UEPG. A Casa Internacional e de todos nós”. E as expectativas, segundo Sulany, são altas: “A minha expectativa é de que este espaço sirva como impulsionador de ações que beneficiem a comunidade internacional e especialmente a nossa comunidade acadêmica”, afirma.


Da Assessoria