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Projeto Chiquinho 16 anos é lançado na segunda edição do Festival Gralha Azul

  • hassliviamaria
  • 17 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 18 de set. de 2025

Foto: Joyce Clara
Foto: Joyce Clara

Nos dias 11 e 12 de setembro, durante o II Festival Gralha Azul de Vivências Literárias, foi lançado o projeto Chiquinho 16 anos, no Sesc Estação Saudade. A data ficou marcada como uma integração entre o público do festival e diversas escolas da rede municipal, estadual e particular. 


O projeto, apoiado pela ABC Projetos Culturais, foi idealizado por Élio Chaves e conta com a participação da contadora de histórias Cristina Donasolo. As apresentações, estreadas no festival, recuperam a história de três das obras da escritora Marivete de Souta e seu personagem principal, Chiquinho D’Alembebe. 


Para a realização do projeto, Élio explica que se inspirou nas obras: Chiquinho: o bisavô tropeiro – a lenda das pombinhas; Chiquinho visita Vila Velha – a cidade de pedra; e Chiquinho e Iana: em busca do tesouro perdido.


O ilustrador destaca que a apresentação explorou a representação do personagem de Marivete de Souza, a partir de sua própria experiência. “Depois que eu assumi as ilustrações dos livros do Chiquinho, como me aproximei do personagem, achei que seria interessante fazer uma homenagem”, explica. 


Para Cristina, na apresentação existe uma metalinguagem, visto que se contam as histórias de um contador de histórias. Ela ainda afirma que a contação nunca vai deixar de existir, pois “Mesmo após séculos e séculos, as crianças continuam gostando dessa arte”.


A contação de histórias e o ensino


Para Magda Helena, docente do Colégio Estadual Cívico Militar Prof. Edison Pietrobelli, atividades externas como as apresentações no Festival também são oportunidades de ensino. “As atividades foram muito interativas, os alunos puderam participar ativamente e muitas vezes eles aprendem melhor assim do que dentro da sala de aula ou com palestras expositivas”, explica. 


A criadora da história de Chiquinho, Marivete Souta, afirma que o lançamento do projeto no festival foi uma boa oportunidade para atrair visibilidade e ainda obteve uma recepção positiva do público. “Trazer o projeto para o Festival Gralha Azul foi muito importante porque pessoas que estavam transitando pararam para assistir e conheceram o Chiquinho”, relata.


O projeto foi aprovado pelo PROMIFIC - Programa Municipal de Incentivo Fiscal à Cultura e conta com o patrocínio da Continental. 


Com informações: Assessoria

Por Lívia Maria Hass sob supervisão de Maria Malucelli.


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