Festival em Ponta Grossa reúne mais de mil espectadores
- isabelepmachado
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O 4º Festival Catavento chegou ao fim em Ponta Grossa após uma semana de programação cultural e ampla participação do público. Realizado entre os dias 26 e 31 de maio, o evento promoveu seis dias de atividades gratuitas. O evento reuniu 18 espetáculos teatrais, três oficinas formativas e duas sessões de contação de histórias.
As ações ocorreram em diferentes espaços da cidade, como em escolas, universidades, praças e instituições que atendem crianças em situação de vulnerabilidade social. O Festival reuniu mais de mil espectadores ao longo da programação e ampliou o acesso da população à produção artística. Além disso, também contou com medidas de acessibilidade, como audiodescrição e Libras, para garantia da participação e acesso à cultura de todos os públicos.
Para o produtor executivo Renan Sota, o Festival Catavento é um espaço importante para a expressão artística e democratização do acesso à cultura. “Isso pode ser percebido pela diversidade da programação, que reúne diferentes linguagens, estéticas e propostas voltadas a públicos variados. O festival leva espetáculos principalmente para regiões periféricas, comunidades rurais e locais que, muitas vezes, carecem de ações culturais contínuas, ampliando o acesso da população à arte e fortalecendo a formação de público. Além de promover o encontro entre artistas e espectadores, o Catavento contribui para a valorização da produção cultural regional e para a descentralização das atividades artísticas”.
O evento contou com o espetáculo “A Borboleta da Colina”, do Grupo Flogisto, as montagens “Coração em Chagas” e “Sete Ensaios Depois do Fim do Mundo”, do GTC, apresentações de teatro de lambe-lambe do Coletivo Cacareco, contações de histórias com Cris Donasolo e atividades voltadas ao público infantil, como a participação do Projeto A Florescer no Teatro CECI, acompanhando o espetáculo “Maria Minhoca”.
No teatro de lambe-lambe, o Coletivo Cacareco apresentou espetáculos inspirados nos contos originais dos Irmãos Grimm, como “O Flautista Sombrio”, de Renan Sota, “Chapeuzinho Vermelho”, de Viviane Olis, e “Rapunzel”, de Bya Paixão. As apresentações buscaram repassar uma experiência íntima e poética com o público, de modo a valorizar os detalhes característicos da linguagem.
Além dos espetáculos, o festival investiu em ações de formação cultural por meio de oficinas que aproximaram participantes de diferentes linguagens e práticas artísticas. As atividades foram mediadas pelos artistas Cris Donasolo e Tiago Martins, que esteve à frente de duas oficinas ao longo da programação.
O 4º Festival Catavento teve realização do Coletivo Cacareco, patrocínio da Continental e incentivo do Programa Municipal de Incentivo Fiscal à Cultura (PROMIFIC), Prefeitura de Ponta Grossa, Secretaria Municipal de Cultura e Conselho Municipal de Política Cultural.
Com informações: Assessoria.
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