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Oficina irá ensinar teatro para centenas crianças de PG

As atividades serão realizadas no Colégio Estadual Nossa Senhora da Glória, na próxima terça-feira

O tema da oficina é “Introdução ao clown: esquetes cômicas de palhaçaria e a arte do humor no cotidiano”. Foto: Divulgação

Os artistas Geovana de Abreu Salgueiro, diretora artística de espetáculos cênico-teatrais-circenses há cinco anos, e Robert Salgueiro, conhecido como Palhaço Picolé, irão realizar duas oficinas de teatro para um total de 300 crianças em Ponta Grossa. As atividades serão realizadas no Colégio Estadual Nossa Senhora da Glória, na próxima terça-feira, 15, às 13h30 e 14h30, de forma gratuita. A entidade socioassistencial escolhida atende crianças e jovens, através de contraturno social.


O tema da oficina é “Introdução ao clown: esquetes cômicas de palhaçaria e a arte do humor no cotidiano”, que objetiva ensinar aos estudantes como atuar e interpretar um papel de palhaço, além de incentivar as crianças a participarem do ramo artístico. Cada oficina tem duração estimada de 50 minutos e contará com a presença de uma intérprete de libras, ampliando a experiência da oficina e inclusão.


As oficinas são realizadas como contrapartida social do projeto “O palhaço, a bailarina e a alegria de estudar”, que levou a peça de teatro a sete cidades do litoral do Paraná neste ano.

A peça tem como objetivo ensinar às crianças, de maneira lúdica e divertida, a importância de se debater o bullying e de respeitar o próximo. O projeto foi aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal e conta com patrocínio da Copel, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Caminhos do Paraná e J. Malucelli. A coordenação é da ABC Projetos Culturais.


A ideia partiu da artista Geovana de Abreu Salgueiro, diretora artística de espetáculos cênico-teatrais-circenses em Ponta Grossa. Geovana interpretou a Bailarina e o artista circense Robert Salgueiro atuou no papel do Palhaço.


O enredo da peça contava a história da Bailarina, que sofria bullying por não seguir os padrões impostos pela sociedade – não é alta e nem magra, por exemplo. Já o Palhaço representava uma pessoa atrapalhada, desatenta e que fala de forma errada. “Trabalhamos a arte como forma de inclusão social, acessibilidade e qualidade de vida, proporciona saúde mental, descontração, imaginação, autoestima, respeito, tolerância com as diferenças e os sonhos possíveis”, conta Geovana.


Da Assessoria