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Mais de 250 mil pessoas são esperadas no Festival de Curitiba

Evento aquece comércio, estimula empregabilidade, atrai investimentos e mobiliza população a consumir arte e cultura

Mais de 250 mil pessoas são esperadas no Festival de Curitiba. Foto: Divulgação

O retorno do Fringe e o fim das restrições impostas pela pandemia de Covid-19 que atingiram as edições de 2020 a 2022, fazem com que o 31° Festival de Teatro de Curitiba tenha expectativa de público recorde.

Só a volta do Fringe em 2023, após três anos fora da programação, vai reunir mais de 280 espetáculos produzidos por cerca de 1,8 mil artistas e técnicos de companhias de teatro, circo, música, dança e outras vertentes artísticas do Brasil e de outros países.

Nesse cenário, além da população de Curitiba e região respirarem arte, cultura e entretenimento durante os dias do evento, os negócios locais também serão afetados positivamente, como projeta o diretor do Festival, Leandro Knopfholz. “Esperamos mais de 250 mil pessoas neste que é um ‘Festival para Todos', ou seja, que vai ocupar os espaços espalhados pela cidade e zona metropolitana, dentro de uma programação diversificada para abraçar todos os públicos”, disse.

Dados da edição de 2022 apontam que o Festival gerou cerca de 600 empregos diretos e 2000 empregos indiretos de diferentes áreas da cadeia produtiva; contou com a participação de mais de 900 artistas e 130 companhias e grupos de teatro. Foram transportadas 80 toneladas de equipamentos dando suporte a mais de 150 espetáculos e 270 apresentações. Para Knopfholz, o Festival “além de elevar o bem-estar, a economia criativa e o incentivo às artes promove a geração de emprego e renda, além de fomentar o desenvolvimento social”.

Giro certo para a economia

Para a presidente do Curitiba Convention & Visitors Bureau (CCVB), Gislaine Queiroz, o Festival de Curitiba é um grande evento muito aguardado pela população, que alavanca, em apenas duas semanas de duração, toda uma cadeia produtiva ligada direta ou indiretamente à economia criativa.

“Esse setor que tanto sofreu nos últimos anos, é responsável por movimentar diretamente mais de 50 segmentos, dentre eles hospedagem, gastronomia, vestuário, serviços, transportes, áudio visual, comércio, locações, palcos, estruturas, gráfica, e mais. O que gera centenas de empregos, em especial para os que atuam no staff de cada apresentação. Enfim, traz muito retorno à cidade”, disse.

Em novembro de 2022, o Festival recebeu o “Prêmio Embaixadores de Curitiba”, promovido pelo CCVB, que visa reconhecer os promotores que já prestigiaram Curitiba como sede de eventos e se destacaram ao longo do ano, além de trazer benefícios para a cidade e região.

Polo de artes

O Mabu Curitiba Business, localizado no centro da cidade, é um dos estabelecimentos da rede hoteleira positivamente impactados. Durante março e abril, período de realização do evento, o hotel se torna a sede de trabalho de todo o staff do Festival: artistas, as companhias de teatro e suas respectivas equipes, jornalistas e turistas em geral.

Segundo a direção do hotel, nesta época a taxa de ocupação costuma subir 8% durante os dias de semana e costuma fechar 100% de ocupação nos finais de semana. Neste período, são servidas, em média, 2,6 mil refeições entre almoço e jantar, o que exige a contratação de pelo menos 10 pessoas por dia (mão de obra extra) entre governança e restaurante.

“É um momento sempre muito aguardado por nós. Este será o 4° ano do Mabu sendo o hotel oficial do Festival. Não se trata apenas da movimentação econômica que gera, mas também é uma oportunidade especial de contribuir para um evento artístico dessa proporção na cidade”, destaca Ana Paula Mainardes, Gerente Regional de Vendas.

Para saciar a fome não só de cultura

No setor gastronômico, outra iniciativa que passou a integrar com sucesso a programação do Festival de Curitiba desde o ano passado foi o ‘Festival de Pão com Bolinho’, criado por Sérgio Medeiros, diretor do Portal Curitiba Honesta. O sanduíche cujo nome é título da festa é um dos mais vendidos nos bares locais durante o evento e se tornou atração garantida para turistas que querem provar iguarias da cidade e para os amantes da ‘comida de boteco’.

Somente em 2022 foram vendidos mais de 100 mil sanduíches e houve aumento de 42% na venda de cerveja nos 62 bares, padarias e cafés que participaram da ação, revela Medeiros. O diretor do Curitiba Honesta afirma que o bom desempenho da edição, comprovado em 2022, revela que o Festival de Curitiba estimula a economia da cidade. “Toda a cadeia ligada à gastronomia, da padaria até o açougue, teve suas vendas aumentadas no período”, destaca Medeiros.


Da Assessoria

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