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Exposição convida público a pensar sobre patrimônio cultural de PG

Com curadoria da historiadora convidada Elizabeth Johansen, a mostra reúne imagens icônicas do acervo do museu, levando o público a um passeio pela memória local e à reflexão sobre quais são os patrimônios ponta-grossenses

Exposição virtual convida público a pensar sobre patrimônio cultural de Ponta Grossa. Foto: Reprodução


No mês em que se celebra o Dia Nacional do Patrimônio Cultural (em 17 de agosto), o Museu Cenas de Ponta Grossa apresenta a exposição virtual ‘Ponta Grossa e seus patrimônios’. Com curadoria da historiadora convidada Elizabeth Johansen, a mostra reúne imagens icônicas do acervo do museu, levando o público a um passeio pela memória local e à reflexão sobre quais são os patrimônios ponta-grossenses. A exposição já pode ser vista pelo www.museucenas.com.br.


“Quem define o que é significativo ao ponto de ser representativo para sua comunidade é a própria população. Nesse caso, para você, quais são os patrimônios culturais de Ponta Grossa?”, indaga a historiadora no texto que acompanha a exposição.


Pesquisadora com foco na história local, patrimônio cultural, identidade e memória, Elizabeth Johansen é formada pela UEPG, Mestre em História pela UFPR, Doutora em Geografia pela UEPG e professora adjunta do Departamento de História da UEPG. Foi diretora da Casa da Memória Paraná entre 2001 e 2009 e diretora do Museu Campos Gerais entre 2009 e 2015. É sócia fundadora da Associação de Preservação do Patrimônio Cultural e Natural (APPAC) e representante da UEPG no Conselho Municipal de Patrimônio Cultural (COMPAC).


“O patrimônio cultural de uma comunidade é constituído por todos que ali vivem, pois todos são agentes históricos, desde os trabalhadores de uma pequena fábrica de cervejas, como aqueles que iam até a Estação Roxo de Rodrigues – hoje chamada de Estação Saudade – para viajar ou trabalhar, assim como os músicos participantes da Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa em suas apresentações. Mas além de ser construído por todos, o patrimônio cultural local ocorre em todos os espaços dessa comunidade, a contar das corridas de cavalos que ocorriam no Jockey Clube, das atividades educacionais desenvolvidas no hoje Colégio Regente Feijó, até mesmo os mais variados ofícios que ocorriam nos campos ou nas matas de araucárias”, reflete Elizabeth.


O museu tem patrocínio do Sicredi por meio do Programa Municipal de Incentivo Fiscal à Cultura (PROMIFIC). A iniciativa, que leva assinatura da ABC Projetos Culturais em parceria com a Estratégia Projetos Criativos, já possui mais de 2 mil fotografias históricas catalogadas e disponíveis ao público, das mais variadas épocas e temáticas, oriundas de diversos acervos públicos e particulares.


Da Assessoria