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Dequim-UEPG promove atividades para debater fake news na ciência

O evento ocorreu no Centro Integrar, no Campus Uvaranas, e foi organizado pelo projeto de extensão Cinquentenário do Dequim, em parceria com os programas de Pós-graduação em Química e Jornalismo

O evento iniciou com a oficina “Fake News em cena: existem contradições no meio científico”. Foto: Maurício Bollete

O Departamento de Química da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Dequim-UEPG) realizou evento voltado ao debate sobre o impacto das fake news na produção científica, em 17 de abril. O evento ocorreu no Centro Integrar, no Campus Uvaranas, e foi organizado pelo projeto de extensão Cinquentenário do Dequim, em parceria com os programas de Pós-graduação em Química e Jornalismo, com apoio da Chimera, Empresa Júnior do Dequim, e o PET Química UEPG.


O evento iniciou com a oficina “Fake News em cena: existem contradições no meio científico”, ministrada pelos professores membros do Grupo de Teatro Científico da UEPG, Leila Inês Follman Freire, do Dequim, e Jocemar de Quadros Chagas, do Departamento de Matemática (Demat). Na oficina, os participantes puderam debater o tema, por meio de encenações teatrais. “A urgência de debater fake news na universidade é entender que nós produzimos conhecimento para a sociedade. Se a informação é deturpada aqui dentro, imagine o que chega para fora”, explica a professora Leila. Para Jocemar, o objetivo da atividade é exercitar no público o senso crítico para identificar e combater informações falsas. “O método científico está aí para combater as mentiras. Se você escuta algo que não sabe se é verdade, desconfie e busque saber de onde vem aquela informação”.


Após a oficina, ocorreu no auditório do Centro Integrar a palestra “As vacinas que nos salvaram da Covid e o combate às Fake News e ao negacionismo”, ministrada pelo professor Luiz Carlos Dias, do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (IQ-Unicamp). O professor analisou o impacto das informações falsas no combate à pandemia de Covid-19 e formas de evitar danos proporcionados por elas. “Durante a pandemia, pude observar a distância entre as pessoas e o conhecimento científico, graças às fake news que circulavam em massa e prejudicavam o combate à doença”, comenta o palestrante. Ele defende que é preciso definir as melhores estratégias para o enfrentamento das mentiras e melhorar aproximação das pessoas ao conhecimento científico.


A professora Christiane Philippini Ferreira Borges, uma das coordenadoras do projeto Cinquentenário do Dequim e organizadora do evento, destaca que a Universidade possui um papel central no combate à desinformação graças à sua função de produzir conhecimento e formar profissionais. “O tema fake news e divulgação científica é discutido em diferentes setores da UEPG. Diante da necessidade de falar sobre o tema, nos reunimos a vários cursos e programas de pós-graduação”, explica a professora.


Da Assessoria

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